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Milhares de trabalhadores, estudantes e representantes
de movimentos populares realizaram uma caminhada pela Avenida Rio Branco
na segunda-feira à tarde, no dia nacional de lutas contra as demissões,
redução de salários e direitos. O mote da manifestação
foi "Os trabalhadores não vão pagar pela crise".
Em discurso, Chico criticou o modelo econômico vigente no país
e defendeu garantias de empregos aos trabalhadores que têm seus
postos de trabalho ameaçados pela crise.
A caminhada seguiu até a avenida Chile, onde ocorreram protestos
em frente aos prédios do BNDES e da Petrobras. Os estudantes participaram
e defenderam bandeiras específicas, como a defesa da meia entrada
em cinema, teatros e ginásios esportivos, contra o projeto de lei
4571/08, de autoria do senador Eduardo Azeredo(PSDB/MG), que limita o
direito à meia entrada de deficientes físicos, estudantes
e aposentados a apenas 40% das bilheterias, sem garantia de regulamentação
e fiscalização.
O destaque da atividade foi a unidade construída entre os diversos
setores do movimento social, em especial, as centrais sindicais. Intersindical,
Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, CGTB e Nova Central - junto
com o MST, PSOL, PSTU, PCB, PCdoB, entre outros - ressaltaram em suas
falações que só com a unidade dos trabalhadores será
possível enfrentar a crise.
Redação com Agência Petroleira de Notícias
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