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A OAB de Niterói convida para debate com o delegado de polícia
federal Protógenes Queiróz, que começou a ser investigado
depois que prendeu o banqueiro Daniel Dantas e outras pessoas acusadas
de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e outros crimes
financeiros. Será no dia 25 de novembro, terça-feira, às
19h, na Av. Amaral Peixoto 507 - 11º andar. Clique aqui para ler
o manifesto em favor do delegado Protógenes.
1. Exigimos justiça!
Faça sua parte, repassando esta mensagem a todos os seus contatos
Protógenes Queiroz é delegado da Polícia Federal.
Foi quem efetuou a prisão de Paulo Maluf, do contrabandista Law
Kin Chong, do banqueiro Daniel Dantas, de Naji Nahas e do ex-prefeito
de São Paulo Celso Pitta.
Foi ele que conduziu a Operação Satiagraha, deflagrada
no último dia 08 de Julho, que resultou na prisão do banqueiro
corrupto Daniel Dantas, do ex-prefeito de São Paulo e também
acusado de crimes de corrupção, Celso Pitta e do mega especulador,
Naji Nahas. Na ocasião, Dantas foi preso por duas vezes por determinação
do juiz federal Fausto de Sanctis e também liberado nas duas oportunidades
pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. Vale lembrar
que Mendes, além de determinar a soltura de Daniel Dantas, ainda
retaliou o juiz Fausto de Sanctis, que determinou as duas prisões,
com denúncias na Corregedoria da Justiça Federal, numa clara
demonstração de pressão pela posição
firme do magistrado. Felizmente, mais de uma centena de juízes
federais se solidarizaram e se manifestaram a favor do colega e cont ra
o presidente do STF, o que evitou medidas mais duras contra Fausto de
Sanctis, que apenas cumpriu seu dever, de servidor público.
Ao trombar com Dantas e sua influência nos altos escalões
da República, Protógenes não recuou. Enfrenta agora
o STF, que segundo o ex-ministro da justiça, Fernando Lira, em
entrevista à imprensa, atua como se fosse advogado de Daniel Dantas.
Enfrenta a cúpula da Polícia Federal, sob o comando de um
diretor que é conhecido como "homem de José Dirceu",
a mesma cúpula que lhe tirou todas as condições para
seguir com suas investigações sobre Dantas, não logrando
êxito em parar-lhe. Enfrenta o próprio ministro da Justiça,
Tarso Genro. Enfrenta também a grande mídia, que trata o
assunto como se fosse uma mera disputa interna na Polícia Federal.
Logo em seguida da divulgação da Satiagraha, o delegado
Protógenes foi afastado do inquérito, numa clara atitude
de fragilizar a continuidade das investigações.
De investigador, Protógenes passou a investigado. O juiz federal
Fausto de Sanctis, que despachou as ordens de prisão contra Dantas,
também é intimidado publicamente. Daniel Dantas - apelidado
de "o PC Farias que deu certo" - é sutilmente colocado
como vítima de métodos ilegais de investigação.
Seus advogados estão ensaiando ir direto ao STF (porque será,
Fernando Lira?) para invalidar toda a Satiagraha e suas conclusões.
Não podemos aceitar que o banqueiro corrupto continue em liberdade
enquanto o delegado e o juiz que determinaram sua prisão sejam
perseguidos.
Faça sua parte e exija justiça! Colabore com esta corrente,
repassando esta mensagem a todos os seus contatos.
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