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DEU NO JORNAL
 

Neopentecostalismo populista
Para os principais opositores do senador e pré-candidato à Prefeitura do Rio Marcelo Crivella (PRB) na corrida eleitoral, o embargo à obra Cimento Social foi correto, mas as famílias do Morro da Providência não podem ficar no prejuízo. Chico Alencar acredita que a atitude do TRE pode servir de lição para que nenhum candidato, inclusive os que pleiteiam o cargo de vereador, "explore de maneira personalista as necessidades do povo".
(O GLOBO, 25 de junho de 2008)

Fundo do fundo
Os deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e Luciana Genro (PSOL-RS) apresentaram projeto para proibir o uso dos recursos do fundo partidário para comprar bebidas alcoólicas, serviços de luxo ou divertimentos. Nem precisava. O escândalo do mensalão mostrou que a maioria deles é paga com dinheiro de caixa 2.
(ESTADO DE MINAS, 25 de junho de 2008)

Taxar os ricos
A Câmara analisa o projeto de lei, do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que determina que pessoas físicas e jurídicas que recebam lucros e dividendos de empresas paguem Imposto de Renda (IR) incidente sobre esses valores. O objetivo da proposta, segundo Alencar, é favorecer o Balanço de Pagamentos brasileiro, já que os sócios remetem lucros ao exterior sem pagar impostos.
(O FLUMINENSE, coluna Informe, 25 de junho de 2008)

PF x Deputados
"Vamos reunir o partido, analisar o caso e as denúncias. Não queremos fazer uma representação contra esses dois deputados que acabe arquivada pelo Conselho de Ética. Queremos ter mais indícios, mais elementos", afirmou ontem o deputado Chico Alencar (PSol-RJ). Segundo investigação da PF, os parlamentares destinavam emendas ao Orçamento da União para municípios que controlavam politicamente. Em troca, cobravam propina de 10% do valor.
(CORREIO BRAZILIENSE, 23 de junho de 2008)

PF x Deputados - 2
"Não queremos fazer uma representação contra esses dois deputados que acabe sendo arquivada pelo Conselho de Ética. Queremos ter mais indícios, mais elementos", afirmou ontem o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). Os nomes de Magalhães e de Camilo apareceram na Operação João-de-Barro, da Polícia Federal, deflagrada em 7 Estados e no Distrito Federal na sexta-feira.
(O ESTADO DE S. PAULO, 23 de junho de 2008)

PF x Deputados - 3
A pedido do PSOL, eles podem ser processados no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara. A bancada do partido vai se reunir nesta semana para decidir se pede a cassação do mandato dos dois parlamentares por falta de decoro parlamentar. "Vamos reunir o partido, analisar o caso e as denúncias. Não queremos fazer uma representação contra esses dois deputados que acabe sendo arquivada pelo Conselho de Ética. Queremos ter mais indícios, mais elementos", afirmou ontem Chico Alencar (PSOL-RJ). A investigação apontou que os dois parlamentares destinariam emendas do orçamento para municípios que controlavam politicamente em troca de propina de 10%.
(O TEMPO, 23 de junho de 2008)

PF x Deputados - 4
"Vamos reunir o partido, analisar o caso e as denúncias. Não queremos fazer uma representação contra esses dois deputados que acabe sendo arquivada pelo Conselho de Ética. Queremos ter mais indícios, mais elementos", afirmou o deputado Chico Alencar (Psol-RJ). Os nomes de Magalhães e Camilo apareceram na Operação João de Barro, da Polícia Federal, deflagrada em sete estados e no Distrito Federal.
(CORREIO DA BAHIA, 23 de junho de 2008)

PF x Deputados - 5
Na avaliação do deputado Chico Alencar, oficializado ontem candidato pelo Psol, Crivella busca se repaginar na política ao tentar descolar sua imagem dos evangélicos - o senador é sobrinho do fundador da Igreja Universal, Edir Macedo. O parlamentar quer romper seu teto de votos. Em 2002, Crivella foi eleito para o Senado com 21,6% dos votos. Em 2004, na primeira vez que disputou a prefeitura, ficou em segundo lugar, com 21,83% - Cesar Maia foi reeleito no primeiro turno. Dois anos depois, o senador obteve 18,54% dos votos na disputa ao governo do Rio de Janeiro - ficou de fora do segundo turno, vencido por Sérgio Cabral.
(CORREIO BRAZILIENSE, 22 de junho de 2008)

A disputa
O cenário das eleições municipais de outubro para a disputa pela prefeitura do Rio começou a ser costurado oficialmente. Ontem, PMDB, PV e PT lançaram suas apostas. Os peemedebistas escolheram o ex-secretário de Turismo, Esporte e Lazer Eduardo Paes. O PV confirmou o deputado federal Fernando Gabeira. Os petistas decidiram apoiar o deputado estadual Alessandro Molon. Desde sábado, outros já eram candidatos oficiais: o deputado federal Chico Alencar (PSOL), Vinicius Cordeiro (PTdoB) Felipe Pereira (PSC). DEM irá ratificar Solange Amaral e PRB vai com Marcelo Crivella, o líder. Com exceção do PV, as tão esperadas coligações premeditadas foram para o fundo da praia, e agora, oficialmente, será cada partido com seu candidato.
(JORNAL DO BRASIL, 23 de junho de 2008)

Haverá providência?
Chico Alencar, professor de história, deputado federal (PSOL-RJ) e membro titular da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados:

"A tragédia na Providência começou quando ali se instalou um projeto eleitoral. As obras foram executadas por uma empresa privada, licitada pelo Exército, num inédito convênio entre os ministérios das Cidades e da Defesa. A detenção dos jovens e a condução em viatura militar para o quartel, e não para a delegacia policial como determina a lei, remetem ao típico abuso de poder dos tempos da ditadura. Com o agravante da 'terceirização' da tortura e assassinato, posto que foram entregues a criminosos. A Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados realizará audiência pública, quinta-feira, com o ministro da Defesa, o comandante do Exército, o delegado responsável e cidadãos do Morro da Providência. Solicitamos ao Comando Militar do Leste todas as informações sobre a atuação do Exército e, ao Ministério Público, que investigasse eventual abuso eleitoral. Dos ministérios das Cidades e da Defesa, aguardamos cópia dos convênios e licitações de serviços e obras. A partir daí, cobraremos a responsabilização dos culpados e a reparação das famílias das vítimas".
(JORNAL DO BRASIL, coluna de José Aparecido Miguel, 23 de junho de 2008)

A disputa - 2
Antes do final de semana, outros três partidos já haviam oficializado seus candidatos. O PSOL formou uma aliança com o PSTU e lançou a candidatura de Chico Alencar. PSC e PT do B indicaram seus nomes. A próxima convenção será a do PDT, na quinta-feira.
(DIÁRIO CATARINENSE, 23 de junho de 2008)

A disputa - 3
Convenção do PSOL na Câmara de Vereadores do Rio oficializou ontem a candidatura do deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) a prefeito. Ao lado da presidente nacional do partido, Heloísa Helena, e de candidatos a vereador, o deputado fez críticas a seus principais adversários.
(O GLOBO, 21 de junho de 2008)

A disputa - 4
Começaram as convenções dos principais partidos que vão disputar a prefeitura do Rio de Janeiro. Agora, as reuniões vão decidir os candidatos das respectivas legendas, ou alianças. Ontem, na Câmara dos Vereadores, o PSOL lançou a candidatura do deputado Chico Alencar.
(JORNAL DO BRASIL, 21 de junho de 2008)

Tiroteio
"Fala-se do Exército, mas nem o secretário da Segurança, José Mariano Beltrame, sabia o que estava sendo feito no morro."
Do deputado CHICO ALENCAR (PSOL-RJ), sobre a omissão do governo Sérgio Cabral (PMDB) no caso das mortes de três jovens do morro da Providência.
(FOLHA DE S. PAULO, 20 de junho de 2008)

Café literário
Chico Alencar (PSOL-RJ) discursava na tribuna da Câmara, dias atrás, quando, num lapso, chamou os colegas de "vereadores" e ouviu protestos no plenário.
-É que estou com a cabeça na eleição. E, afinal, "quem quer ser universal que cante a sua aldeia'!
-Alexandre Dumas...-, notou Ciro Gomes (PSB-CE).
-Há controvérsia. A frase já foi atribuída a Tolstoi e a Fernando Pessoa-, rebateu Alencar.
O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), entrou em cena para encerrar o debate:
-Eleição tem tanta controvérsia... Mas pelo menos a gente aprende um pouco de literatura!

   
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