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Solidário
Luiz Paulo Corrêa da Rocha, líder do PSDB na Assembléia
fluminense e vice na chapa de Fernando Gabeira (PV) a prefeito,
discursou ontem em defesa da libertação do colega
Álvaro Lins, preso em operação da PF. No PMDB,
Paulo Melo, líder do governo Sérgio Cabral, também
apoiou.
(FOLHA DE S. PAULO, 31 de maio de 2008)
Mapa da mina
De Chico Alencar, candidato à prefeitura pelo PSOL, a um
amigo da coluna: "Basta olhar o mapa eleitoral do Rio para
saber quais os políticos eleitos com votos de milícia".
(JORNAL DO BRASIL, coluna da Anna Ramalho, 3 de junho de 2008)
Milícias
O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) disse que apresentará
na próxima quarta-feira, em reunião da comissão,
um relato sobre o caso. Segundo ele, 78 comunidades do Rio de Janeiro
estão sob controle de milícias. O deputado criticou
a declaração, do secretário de Segurança
do Rio, de que seria difícil conseguir provas contra quem
participa de milícias: "Para nós não é
difícil. É fácil mapear quais são as
autoridades policiais que, desonrando a farda e a função,
estão envolvidas com esse esquema de poder paralelo."
(JORNAL DA CÂMARA, 3 de junho de 2008)
Milícias - 2
O deputado CHICO ALENCAR (Psol-RJ) disse que apresentará
amanhã, em reunião da comissão, um relato sobre
o caso. Segundo ele, 78 comunidades do Rio de Janeiro estão
sob controle de milícias. O deputado criticou a declaração,
do secretário de Segurança do Rio, de que seria difícil
conseguir provas contra quem participa de milícias: "Para
nós não é difícil. É fácil
mapear quais são as autoridades policiais que, desonrando
a farda e a função, estão envolvidas com esse
esquema de poder paralelo."
(AGÊNCIA CÂMARA, 3 de junho de 2008)
Milícias - 3
Críticas à política de segurança do
governo Sérgio Cabral Filho (PMDB) marcaram o ato público
realizado ontem na Cinelândia (centro) em protesto contra
o seqüestro e a tortura de três profissionais do jornal
carioca "O Dia", ocorridos no último dia 14 na
favela do Batan (Realengo, zona oeste).
Organizado pelo Sindicato dos Jornalistas do Município do
Rio, que estimou em 300 o número de presentes, a manifestação
reuniu representantes de entidades como OAB (Ordem dos Advogados
do Brasil) e ABI (Associação Brasileira de Imprensa)
e políticos, entre eles cinco pré-candidatos à
Prefeitura do Rio: Alessandro Molon (PT), Chico Alencar (PSOL),
Fernando Gabeira (PV), Jandira Feghali (PC do B) e Paulo Ramos (PDT).
(FOLHA DE S. PAULO, 3 de junho de 2008)
Milícias - 4
Ontem, o deputado federal Chico Alencar (PSOL) pediu ao Tribunal
Regional Eleitoral do Rio reforço na fiscalização
das 78 comunidades controladas por milícias durante o processo
eleitoral. Segundo ele, "os mapas eleitorais do pleito de 2006,
por sinal, dão indícios de que candidatos e partidos
tiveram inserção exclusiva nesses redutos".
(JORNAL DO BRASIL, 5 de junho de 2008)
Milícias - 5
Na manifestação organizada pelo Sindicato dos Jornalistas
do Rio contra o seqüestro da equipe do Jornal O Dia por milicianos
estiveram presentes diversos políticos, entre eles os pré-candidatos
Fernando Gabeira (PV), Chico Alencar (Psol) e Jandira Feghali (PCdoB,
além de Alessandro Molon (PT). O presidente da OAB-RJ, Wadih
Damous, cobrou apuração rigorosa do caso.
(JORNAL DO BRASIL, 3 de junho de 2008)
Milícias - 6
Integrante da Comissão de Direitos Humanos da Câmara,
o deputado Chico Alencar também manifestou repúdio
aos atos de barbárie. O assunto também estará
n pauta da comissão que se reúne na quarta-feira.
"Sua ação (milícia), como comprova a abominável
tortura praticada contra jornalistas, é ainda mais desumana
que a dos reconhecidos marginais: estes milicianos amparam-se na
lei e em equipamentos do Poder Público para agir de maneira
despódica e igualmente criminosa. Seu poder paralelo e violento
é ainda maior que o dos traficantes", disparou Chico
Alencar.
(O DIA, 2 de junho de 2008)
Milícias - 7
Ao comentar o caso, o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ),
da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados,
considerou que a expansão das milícias no Rio em contraponto
aos traficantes é o caminho da barbárie. "A ação
das milícias é ainda mais desumana que a dos reconhecidos
marginais: estes milicianos amparam-se na lei e em equipamentos
do poder público para agir de maneira despótica e
igualmente criminosa. Seu poder paralelo e violento é ainda
maior que o dos traficantes." A comissão vai discutir
o episódio na reunião da próxima quarta-feira.
(CORREIO BRAZILIENSE, 2 de junho de 2008)
Propaganda alternativa
Num perfil alternativo, o deputado federal Chico Alencar (PSOL)
terá apenas produtora de televisão, sem agência
de publicidade. O pré-candidato disse que vai procurar marqueteiros
voluntários e artistas gráficos de rua.
(O GLOBO, 1º de junho de 2008)
Garotinho, Cabral e Picciani
O candidato do PSOL à prefeitura, Chico Alencar, por sua
vez, faz questão de ressaltar que Garotinho, durante sua
"era" de governo de estado, incluído o quadriênio
de Rosinha, teve o apoio integral de Sérgio Cabral e Jorge
Picciani. "Essa grande aliança que controla politicamente
o Rio de Janeiro também foi tisnada pelo escândalo
Silveirinha, cuja mulher, aliás, estava lotada no gabinete
da presidência da Alerj", ressalta Chico Alencar, referindo-se
à época em que o hoje governador Sérgio Cabral
presidia a Assembléia.
(O GLOBO, coluna do Merval Pereira, 1º de junho de 2008)
Impunidade parlamentar
A Alerj aprovou a distorção da imunidade parlamentar,
consagrando a impunidade criminal" - Chico Alencar, deputado
federal (PSOL-RJ)
(O GLOBO, coluna Panorama Político, 1º de junho de 2008)
Cartões marcados
O encerramento da CPI dos Cartões nesta semana, com um relatório
que poupa a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, não sugere
nenhum indiciamento e joga toda a responsabilidade pelo dossiê
com gastos exóticos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso
sobre José Aparecido Nunes Pires - o ex-secretário
de Controle Interno que disse ter deixado vazar o documento por
engano - é mais um episódio que retrata o fenômeno
dos falsos homens-bomba do PT. O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ),
ex-petista, destaca não só a "capacidade de cooptação
do governo", mas também a saída recorrente que
todos os falsos homens-bomba usam: "Em tom pós-socrático,
eles repetem à exaustão o 'só sei que nada
sei'." Nesses termos, conclui o deputado, as bombas petistas
vão sendo convertidas em "foguetórios de má
qualidade, que dão chabu o tempo todo". Alencar aposta
que, dentro em breve, o ex-funcionário da Casa Civil vai
voltar para o TCU. "Será mais um 'Zé desaparecido'
que confirma a trágica profecia de Delúbio Soares
(ex-tesoureiro do PT que caiu no escândalo do mensalão),
para quem um dia todos vão considerar tudo isso uma piada
de salão."
(O ESTADO DE S. PAULO, 1º de junho de 2008)
Cartões marcados - 2
"Reconheço que o motivo que provocou a abertura da CPI
era menor em relação a muitos problemas dentro do
governo", admite o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).
(O POPULAR, 2 de junho de 2008)
Cartões marcados - 3
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que presidiu a polêmica
CPI da Terra no Congresso, lembra que chegou a apresentar projeto
propondo a designação de um advogado dos quadros do
Senado para dar conseqüência às propostas que
surgissem dos trabalhos das comissões. ´Esse projeto
nunca foi votado´, lamenta. ´Existe uma lentidão
bovina dentro do Congresso para a tramitação dos projetos
de desinteresse do Executivo´, reforça o deputado federal
carioca Chico Alencar (PSOL).
(DIÁRIO DO NORDESTE, 2 de junho de 2008)
Cartões marcados - 4
A tendência agora é que se produzam no Congresso apenas
CPIs que tenham abordagens mais sociais. É o caso de algumas
comissões que estão funcionando atualmente na Câmara
e no Senado, como a CPI do Sistema Carcerário ou a CPI da
Pedofilia. A avaliação geral é que elas podem
produzir boas radiografias sobre as situações estudadas
e propostas interessantes. Mas, mesmo sem ter viés político,
também enfrentarão dificuldades para serem colocadas
em prática. "As análises que saem dessas comissões
são muitas vezes boas, com diagnósticos profundos.
Mas as propostas que surgem acabam não sendo viabilizadas",
lamenta o deputado Chico Alencar.
(HOJE EM DIA, 2 de junho de 2008)
Cartões marcados - 5
Nem isso consegue ser feito. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR),
que presidiu a polêmica CPI da Terra no Congresso, lembra
que chegou a apresentar projeto propondo a designação
de um advogado dos quadros do Senado para dar conseqüência
às propostas que surgissem dos trabalhos das comissões.
"Esse projeto nunca foi votado", lamentou. "Existe
uma lentidão bovina dentro do Congresso para a tramitação
dos projetos de desinteresse do Executivo", reforça
o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).
(HOJE EM DIA, 2 de junho de 2008)
Cartões marcados - 6
"Reconheço que o motivo que provocou a abertura da CPI
era menor em relação a muitos problemas dentro do
governo", admite o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ). "Depois,
com a descoberta de que o governo teria montado um dossiê
com gastos sigilosos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso,
a CPI tentou mudar seu rumo no meio do caminho para pegar no tranco.
Mas acho que se vulgarizou muito o instrumento da CPI. A minha impressão
é que essa legislatura já encerrou seu ciclo de altos
teores políticos."
(O ESTADO DE S. PAULO, 2 de junho de 2008)
Na disputa
Apoios à parte, o quadro eleitoral do Rio permanece estável.
De acordo com pesquisa divulgada ontem pelo IBPS, Crivella (PRB-PTB-PR)
lidera as intenções de voto com 27,6%; seguido por
Jandira Feghali (PCdoB-PTN), com 15,7% e por Fernando Gabeira (PV-PSDB-PPS)
com 14%. Abaixo dos 10% estão Solange Amaral (DEM), com 8,2%;
Chico Alencar (PSOL), com 7,3%; Alessandro Molon (PT-PMDB), com
2,9%; e Paulo Ramos (PDT), com 1,1%.
(O GLOBO, 5 de junho de 2008)
Na disputa - 2
Na pesquisa de intenção de voto ainda aparecem os
nomes de Chico Alencar (PSOL), com 7,3%, Alessandro Molon (PT),
com 2,9%, Paulo Ramos (PDT), com 1,1%, Calor Lessa (PSB), com 0,6%,
e Filipe Rio de Cara Nova (PSC), com 0,4%.
(JORNAL DO BRASIL, 5 de junho de 2008)
Na disputa - 3
Em quarto lugar, aparece Solange Amaral (DEM), com 8,2%, três
pontos acima do que detinha em abril. Chico Alencar (P-SOL) ganhou
2,5 pontos e ficou com 7,3%, na frente de Alessandro Molon (PT),
que praticamente não apresentou mudanças, passando
de 2,8% para 2,9%. Em cenários de segundo turno, o senador
evangélico Crivella ganharia de Chico Alencar e Solange Amaral,
mas perderia para Jandira Feghali. Em um embate entre Jandira e
Gabeira, ela ganharia. Crivella tem o maior percentual de intenção
de voto, mas possui o maior nível de rejeição
de 19,2%, seguido por Gabeira, com 8,3%.
(VALOR ECONÔMICO, 5 de junho de 2008)
Na disputa - 4
Começou há pouco a reunião da CPMI dos Cartões
Corporativos, agendada para votar o relatório final dos trabalhos.
Neste momento, o deputado Indio da Costa (DEM-RJ) lê o voto
em separado elaborado por ele e por outros deputados de partidos
da oposição - Carlos Sampaio (PSDB-SP),Chico Alencar(Psol-RJ)
e Vic Pires Franco (DEM-PA).
(AGÊNCIA CÂMARA, 5 de junho de 2008)
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